DIAS
nua e crua
solto as rédeas
vislumbre do coração
rumo à imensidão
escorre dos meus olhos
o peso do mundo
sob meus ombros
violentos escombros
nos ecos da saudade,
a ressonância da presença
a falta que ela faz,
a vista que se desfaz
VIDAS
como voo de borboleta
ela dança aos céus
promessas e confissões
longe das imperfeições
entre o fardo e fenda
fez-se luz, virou lenda
o pensamento atravessa
o que fica é o que não tem pressa
onde era faísca, hoje é pó
o amor se fez um nó que nos mantém
no teu rastro, a esperança se aninha
e eu sei… jamais caminharei sozinha
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